"O único inimigo que não podemos vencer é aquele que optamos por não enfrentar." Slogan Portal do Detetive

INFORMANTES

O quadro de informantes de um Investigador não tem limites de quantidade ou qualidade de pessoas e colaboradores. Toda fonte humana de informação e necessária para o desenvolvimento de uma atividade de levantamentos. 

Os informantes poderão ser pessoas de vários níveis, com diversos tipos de personalidade. 

Nunca se encontrar com informantes pela segunda vez no mesmo ambiente ou no mesmo local.


NÍVEIS DOS INFORMANTES 


Informantes de nível 1: funcionários de grandes empresas, empresários, advogados. 

Funcionário de empresa de telefonia: um dos melhores, sabem muito sobre endereços e nomes. 

Gerentes de bancos: se souber ser convencido, colaborará, mas com cuidado. 


Informantes de nível 2: porteiros, idosos, barraqueiros, crianças, taxistas, vendedores. 

Policiais: são espertos. Quando amigos são excelentes fontes. 

Recepcionistas: sabem quem trabalha e seus horários, ofereça algo a ela. 

Porteiros: são desconfiados, mas com tatos são boas fontes. 

Carteiros: sabem tudo sobre ruas e moradores, vale a pena ter um. 

Idosos: ficam muito em janelas e muros, costumam ver coisas. 

Crianças: inocentes falam sem pensar. São amigas e inofensivas. 

Cabeleireiros: se ficar um tempo com eles vai escutar muita coisa. 

Babás: quando na rua conversam entre si, ouça o que dizem. 


Informantes de nível 3: prostitutas, mendigos, marginais. 

Prostitutas: está entre os informantes pagos, colaboram também. 

Homossexuais: adoram falar, se bajulados contam até o que não viu. 

Mendigos: no local onde vivem, veem tudo.

Presidiários: por uma folga na prisão, as vezes revelam esquemas e nomes.


"O segredo do sucesso é saber algo que ninguém mais sabe" Aristóteles

CURSO DE INTRODUÇÃO A VITIMOLOGIA



Link para download dos arquivos dos módulos citados no vídeo:
http://dl.dropbox.com/u/52340770/vitimologia/materialdevitimologia.zip

Link para download do material de apoio:
http://dl.dropbox.com/u/52340770/vitimologia/textosdeapoiovitimologia.zip


"O homicídio é singular, porque elimina a parte lesada. Portanto, a sociedade deve assumir o lugar da vítima e em seu lugar exigir punição ou conceder o perdão."
W. H. Auden

LÓGICA APLICADA

Na prática de um crime o indivíduo transita por uma série de etapas, que constituem o “Inter-Criminis” ou o chamado ”Caminho do crime “. 
Este é o desenvolvimento da ação delituosa. 

Exceto nos crimes cometidos com ímpeto, o indivíduo pensa no crime e decide como vai executá-lo. Após essa fase, o mesmo entra na parte preparatória e enfim no ato criminoso em si. 

Na Investigação o Investigador por sua vez, faz uma elaboração do perfil psicológico e objetivo, da elaboração que possivelmente foi se desdobrando no pensamento e na ação do criminoso ao procurar cometer o crime. 

O Investigador então constrói uma hipótese. Usando sua imaginação e experiência. Em seguida procura produzir mentalmente as fases do crime, como se fosse o próprio criminoso, procurando entender o seu raciocínio e ação. 

Na lógica, deve-se atentar para coisas e fatos aleatórios ao crime, que poderão constituir pistas para o Investigador. 

Aplicar a lógica, deduzir e andar nas pegadas do criminoso, pensar como o criminoso é, e imaginar atingir seu objetivo, se chegará a outro, e assim determiná-lo.


"Quando você tiver eliminado o impossível... o que quer que permaneça, mesmo que improvável, deve ser a verdade." Sherlock Holmes